A greve dos caminhoneiros e a sua marca pessoal

Acabamos de sair de uma paralisação no país que atingiu a todo mundo, causou grandes transtornos e prejuízos para empresas e para as pessoas em geral, e a conta ainda chegará mais adiante. Cada indivíduo reagiu de uma maneira a essa crise, porém como em toda crise, sempre há o que se aproveitar dela. Não podemos controlar os acontecimentos externos, porém podemos cuidar das nossas respostas a eles. O que você aprendeu nesses dias?

Quando tomamos consciência do controle que temos sobre grande parte do que ocorre perto de nós e que ser o protagonista de nossa vida nos faz melhores e mais satisfeitos, tudo se transforma e, aí sim, encontramos o caminho de uma existência mais feliz.

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Muitos de nós conseguem isso por conta própria e outros precisam de uma ajuda externa.

Eu mesma, por personalidade, era um pouco avessa a traçar planos. Gostava de viver conforme as situações acontecessem. E, há 11 anos, por uma promoção que recebi, me dei conta que só poderia realizar o que queria se mudasse esse jeito e passasse a planejar cada passo. Ainda hoje, manter o foco é um árduo trabalho diário. Afinal, sou geminiana com ascendente em Aquário, dois signos do ar. Onde pode andar a cabeça? No ar!

Porém com treinamentos de liderança, onde trabalhamos muito o autoconhecimento e a estratégia necessária para se alcançar os objetivos propostos, pude colocar, pelo menos, os pés na terra. Até acredito que o sucesso desses programas foi o que consolidou o meu desejo de uma segunda carreira, com foco no desenvolvimento de pessoas.

Gestão de Marca Pessoal

O que fazemos no processo de Gestão de Marca Pessoal é justamente isso. Conhecer-se bem, extrair o melhor que temos, definir objetivos e desenhar a estratégia para alcançar o que se quer, incluindo aí a exposição adequada para sermos conhecidos, reconhecidos, lembrados e escolhidos para o que nos interessa.

E o que isso tem a ver com a greve dos caminhoneiros? Trago dois pontos para pensarmos.

O primeiro é como parte da população reagiu à situação. Correr para abastecer sua casa dos gêneros e tudo o que acreditaram que seria necessário se a greve continuasse.

Pessoas que iriam estocar quantidades imensas de comida, como a senhora que virou meme, comprando 45 kg de arroz, que uma família de 4 pessoas consumiria, em média, em 6 meses. Questionados se não pensavam que iria faltar para outros comprarem, a resposta invariavelmente era algo do tipo: “farinha pouca, meu pirão primeiro”!

A marca pessoal, aquilo que lembram de nós quando não estamos, parte dos valores de cada um. Conhecidos, vividos, compartilhados dia a dia em cada uma de nossas palavras, nas atitudes que tomamos, naquilo que fazemos.

Já diz meu mentor Jordi Collell que, se não nos explicarmos, os outros dirão o que pensem e o que queiram a nosso respeito, a partir das impressões que tenham. E se explicar neste contexto é saber comunicar o que somos, a que viemos, com o que contribuímos.

Que percepção temos sobre pessoas que pouco se importam se o vizinho terá o que comer? Que valor estas pessoas agregam na vida de qualquer um que esteja à sua volta?

Quanto desenvolvimento humano ainda necessitarão?

A marca que deixamos é o resultado do que realizamos e que toca o coração dos outros. Você já pensou no que causa nas outras pessoas com suas ações? Que sensações você deixa? Uma frase atribuída a Maya Angelou ou Carl W. Buehner, diz: “As pessoas esquecerão o que você disse, as pessoas esquecerão o que você fez mas, elas nunca esquecerão de como você as fez sentir.” Fica a reflexão:

Como você quer ser lembrado?

Comunicação

O segundo ponto é a forma como a manifestação se deu. Praticamente sem uma liderança inicial, os grupos foram se formando por WhatsApp e, de forma orgânica, o movimento se expandiu até o que vimos.

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É um exemplo significativo de como a comunicação está funcionando atualmente e do que devemos pensar para nós mesmos. Quando falamos que você precisa ser visto para fortalecer a sua marca pessoal, queremos dizer que você precisa comunicar o seu melhor aos mercados e às pessoas que poderão se interessar pelo que você tem a oferecer.

Fazê-lo de forma eficiente e proveitosa para cada um depende de uma estratégia bem assentada na identificação do seu público, suas necessidades e como você pode ajudar a resolver os problemas dele. Tendo isso definido, que meios de comunicação você poderá usar? Sites e blogs próprios são a nossa casa e o nosso estoque, porém as redes sociais são a porta de entrada para divulgar o que você tiver a mostrar. Dependendo do seu ramo de atuação, e de onde você está, pode ser o Twitter, o Facebook, o Instagram, o LinkedIn, ou qualquer outra rede.

No entanto, com a greve dos caminhoneiros, confirmamos que o WhatsApp é uma ferramenta de grande utilidade na comunicação com nosso público. E todos os meios jornalísticos apontam a influência que terá nas próximas eleições. Convido então você a avaliar se já está usando o poder do WhatsApp para se relacionar, fazer negócios e alcançar os seus objetivos. Se ainda não fez, está na hora!

A sua Marca Pessoal agradecerá!

Imagem principal: 24/05/2018 (Miguel Schincariol/AFP)

Sou Estrategista em Imagem e Marca Pessoal, e o que mais gosto desse trabalho é impulsionar o crescimento das pessoas, contribuindo para que se sintam mais felizes com suas vidas.

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